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	<title>Roleplayer - Várias mesas, um só blog &#187; cenário</title>
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		<title>Por favor, publiquem meu sistema!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 14:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
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		<description><![CDATA[O Red Ninja Press está conclamando jogadores a participarem de uma iniciativa em prol do RPG independente brasileiro. Basicamente, é uma oportunidade para toda a cadeia produtiva do RPG, que deseja aparecer. Você pode contribuir escrevendo cenários e sistemas, revisando, testando, diagramando, ilustrando, etc, etc&#8230;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Red Ninja Press" href="http://www.redninjapress.com/2009/10/sociedade-indie-chamado-as-armas/">Red Ninja Press está conclamando jogadores </a>a participarem de uma iniciativa em prol do RPG independente brasileiro.</p>
<p>Basicamente, é uma oportunidade para toda a cadeia produtiva do RPG, que deseja aparecer.</p>
<p>Você pode contribuir escrevendo cenários e sistemas, revisando, testando, diagramando, ilustrando, etc, etc&#8230;</p>
<p>Eu tenho <a title="Cartas!" href="http://www.rpgista.com.br/?p=1634">o sisteminha de cartas que postei aqui</a>, que achei bastante simpático e gostaria de aperfeiçoar.</p>
<p>E também gostaria de ajudar no trabalho de crítica e revisão&#8230; o lance é que meu grupo dificilmente aceitará participar de playtests para outros sistemas. Mesmo assim vou falar com eles.</p>
<img src="http://www.roleplayer.com.br/site/?ak_action=api_record_view&id=1699&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Sistema de jogo com cartas: Non Sense 0.1</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[sistema]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente estava pensando em um sistema para um cenário que imaginei. O sistema usa apenas cartas (pelo menos por enquanto, mas estou pensando na possibilidade de incluir dados depois). O cenário tem um estilo de “fairy fantasy” (não sei se existe esse termo, mas o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente estava pensando em um sistema para um cenário que imaginei. O sistema usa apenas cartas (pelo menos por enquanto, mas estou pensando na possibilidade de incluir dados depois).</p>
<p>O cenário tem um estilo de “fairy fantasy” (não sei se existe esse termo, mas o define bem) com nome provisório de “Fronteiras”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/illustration-from-grims-fairy-tales2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1640  aligncenter" title="illustration-from-grims-fairy-tales2" src="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/illustration-from-grims-fairy-tales2-193x300.jpg" alt="" width="193" height="300" /></a></p>
<p>A história se passa em um mundo medieval, com “pitadas” de mágica a lá contos de fada.</p>
<p>O cenário no qual os personagens (apenas humanos) se encontram é absolutamente normal, mas que “encosta” em outras realidades em certos locais (dentro de uma caverna, certos locais em algumas florestas, etc).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/snowwhitebeard_rackham.jpg"><img class="size-medium wp-image-1636  aligncenter" title="snowwhitebeard_rackham" src="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/snowwhitebeard_rackham.jpg" alt="" width="242" height="300" /></a></p>
<p>Tipo todo mundo sabe que naquela floresta tem pequenos seres estranhos e azuis, mas ninguém sabe como encontrá-los.</p>
<p>A proposta seria criar um pequeno conto de fadas, em apenas uma sessão de jogo.</p>
<p>Então eu queria um sistema rápido, que pudesse ser jogado em qualquer lugar, e que possa resolver ações de forma simples.</p>
<p>Como o objetivo é contar uma estória, eu queria que os jogadores também ajudassem no desenrolar da trama. Então, ao invés da mecânica de “turnos”, optei pela “resolução de conflitos”.</p>
<p>Um jogador pode descrever o desenrolar de uma cena inteira, ao invés de ser bem (ou mal) sucedido em uma simples ação.</p>
<p>O jogo transcorre com os jogadores “disputando” com o mestre para ver quem narrará o desenrolar do jogo. Embora o único que possa narrar o desfecho seja o mestre.</p>
<p>Obviamente, o desfecho da cena deve ser condizente com as jogadas das cartas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/alicecards_rackham.jpg"><img class="size-medium wp-image-1637  aligncenter" title="alicecards_rackham" src="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/alicecards_rackham.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a></p>
<p>Acabou que sistema pode ser usado para qualquer cenário, na verdade&#8230;<br />
Dê uma olhada e diga o que acha:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Non Sense</strong></p>
<p>Um sistema simples, para jogos rápidos ou aventuras “one-shot”.<br />
Esse sistema foi imaginado para ser utilizado na mesa do bar, na barraca do acampamento ou no intervalo do almoço.</p>
<p>Ele não precisa de fichas, lápis ou papel. Apenas 2 baralhos são o suficiente para jogos com até 5 pessoas (incluindo o mestre).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/cartas.jpg"><img class="size-medium wp-image-1638  aligncenter" title="cartas" src="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/cartas.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Iniciando</strong></p>
<p>Cada jogador pode começar com um naipe inteiro de cartas (13 cartas).<br />
O mestre inicia com um naipe para cada jogador que estiver na mesa.<br />
O jogador então, descreve o que é seu personagem. A descrição será fundamental para determinar em quais tipos de ações o personagem se sobressai.</p>
<p><em>Por exemplo: Se ele for um bárbaro, irá se sobressair em combate e ações de força. Se for um cavaleiro, mostrará competência no uso de espadas, lanças e montaria.</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jogadas</strong></p>
<p>A mecânica em Non Sense é invertida com relação aos jogos de RPG em geral.<br />
Aqui, os jogadores podem fazer o que quiserem! E cabe ao mestre limitar as jogadas sorteando resultados superiores aos dos jogadores.</p>
<p>Em Non Sense, quem define as dificuldades são os jogadores. Para isso, sempre que descreverem uma ação, devem determinar quanta energia e empenho que o seu personagem está colocando na ação. O jogador faz isso escolhendo o valor da carta que irá descartar da sua mão.</p>
<p>Assim, para um personagem escalar uma parede, o jogador pode sacar uma carta de valor 7, significando um empenho mediano por parte do personagem. Se o jogador sacar um Rei (de valor 13), isso significará uma determinação enorme em realizar tal ação.</p>
<p>Depois de apresentar sua carta, o mestre determinará se o jogador foi bem sucedido no desafio ou não. Para isso, sorteará uma carta aleatória do seu bolo. Se a carta sorteada tiver valor inferior à carta do jogador, então o desafio foi superado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Desafios</strong></p>
<p>Non Sense não funciona no sistema de turnos tradicional, ele funciona com base em “desafios”.</p>
<p>Os desafios são apresentados no decorrer da aventura, e devem ser superados pelos jogadores com base na utilização de suas cartas.</p>
<p>Cada desafio deve ser entendido como a descrição de um conjunto de ações necessárias para realizar uma tarefa. Assim, quando um jogador vence um desafio, ele ganha o direito de descrever o andamento daquela sequencia de ações que está em andamento.</p>
<p>Sim! Em Non Sense OS JOGADORES participam da narrativa da estória, criando as descrições do que está acontecendo junto com o mestre.</p>
<p>ATENÇÃO: A única coisa que <strong>nunca </strong>caberá aos jogadores é narrar o RESULTADO dos desafios. Isso será sempre uma prerrogativa do mestre. Isto é, em um combate – por exemplo – o jogador que vencer o desafio pode narrar o andamento das ações, com a descrição dos golpes e o que está acontecendo, mas nunca deve declarar que matou o oponente. Isso caberá sempre ao mestre.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O andamento das jogadas</strong></p>
<p>As jogadas se dão em “rodadas”, com os jogadores escolhendo o quanto seus personagens irão se empenhar em realizar determinada tarefa.</p>
<p>Eles fazem isso por meio da escolha de cartas. Quanto maior o valor da carta escolhida, maior o empenho /sorte de um personagem em realizar tal ação.</p>
<p>Cada jogador saca uma carta e o mestre sorteia a sua por último. Se a carta do mestre for menor que as cartas apresentadas pelos jogadores, o jogador que apresentou a maior carta (e apenas ele!) vence o desafio, e ganha o direito de narrar o andamento da cena.</p>
<p>As cartas sacadas são descartadas, então.</p>
<p>Se 2 ou mais jogadores mostrarem cartas com o mesmo valor, cabe o mestre decidir a disputa sorteando uma carta para cada jogador. A carta maior vence o desafio. Nesse caso, as cartas sacadas pelo mestre NÃO SÃO descartadas, e retornam para o final do bolo do mestre.</p>
<p>Caso o mestre tenha determinado que o desafio é complexo (veja mais a frente), uma nova rodada se inicia. Se um dos jogadores vencer novamente o desafio, ele pode narrar, mais uma vez o andamento da cena.</p>
<p><em>Mesmo que dois ou mais  jogadores apresentem uma carta maior que a do mestre na mesma rodada, isso contará apenas como UMA vitória para o desafio complexo.</em></p>
<p>Essa mecânica se repete até que os jogadores (ou o mestre) vençam a quantidade de desafios imposta pelo mestre. Nesse momento, o mestre narrará o desfecho do desafio.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ações heróicas</strong></p>
<p>Um jogador pode usar o Ás em uma rodada para conseguir realizar uma “ação heróica”. Ele vencerá o desafio, e nem o mestre nem os demais jogadores são obrigados a sacarem suas cartas para tentarem vencê-lo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Coringa na manga do mestre</strong></p>
<p>Depois que sacarem suas cartas, o mestre pode escolher (ao invés de sortear) descartar um coringa da sua mão. Ao fazer isso, o mestre vence automaticamente aquela rodada de desafio. Nesse caso, todas as cartas sacadas pelos jogadores, e o coringa, devem ser descartados.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Desafios complexos</strong></p>
<p>Normalmente, para ter o direito de narrar um desafio, um jogador precisa vencer apenas uma jogada de cartas. Essas jogadas devem representar a maioria dos desafios em uma sessão de jogo.</p>
<p>No entanto, em situações específicas, o mestre pode determinar que os jogadores precisem vencer mais de um desafio para realizar tal ação, “acumulando” vitórias com o passar das rodadas.</p>
<p>O máximo de vitórias que os jogadores devem precisar acumular é 3, e esse número deve representar algo praticamente impossível de acontecer.</p>
<p><em>Por exemplo: Combates são situações complexas, com reviravoltas dramáticas e resultados drásticos. Por isso, para conseguir vencê-lo, um jogador pode precisar ser bem sucedido em 2 desafios.</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ações conjuntas</strong></p>
<p>Caso os jogadores estejam em vantagem numérica ao tentarem um desafio (seja social ou físico), podem unir os valores das suas cartas para tentar adquirir o direito de narrar a cena.</p>
<p><em>Exemplo:<br />
2 personagens tentam convencer um NPC a diminuir o preço de uma mercadoria. Para isso, sacam um total de duas cartas e somam o resultado, descartando ambas as cartas em seguida.<br />
Caso o mestre saque uma carta inferior a soma das duas, os jogadores descrevem a cena.</em></p>
<p>No entanto, o contrário também é verdadeiro.</p>
<p>Caso um jogador esteja em minoria, e houver vários NPCs antagônicos a ele, o mestre poderá sacar várias cartas e somar o resultado delas, dificultando a vida dos PCs.<br />
Ainda, existem situações em que os jogadores podem agir em conjunto, mas um dos personagens tem a atuação maior que a de outro personagem, que atua apenas como auxiliar.<br />
Nesse caso, o jogador – para ajudar seu amigo – pode sacar apenas a MENOR carta que tiver na mão.</p>
<p><em>Exemplo:<br />
Um personagem pode tentar subir em um muro enquanto outro lhe dá apoio. O personagem que dá apoio contribui pouco para a escalada em si.</em></p>
<p>Nesse caso, quem narrará a cena será o personagem que executa a ação, independentemente do auxiliar ter sacado uma carta maior que a dele.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Acabaram as cartas?</strong></p>
<p>Basta pegar as suas cartas novamente.<br />
Só que, quando o jogador fizer isso, o mestre ganha um novo coringa para usar.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p>
<p>Esse é o rascunho até agora. Escrevi de sopetão, então devem haver melhorias, e tem coisas que já estão pensadas mas não escritas, tipo magia, super poderes e “classes”.</p>
<p>Diga aí o que acha&#8230;</p>
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		<title>Novo Título da Linha Tagmar</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mephisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tagmar]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Terras Selvagens de Verdade! “&#8230; Todos que conhecia estavam mortos ou desaparecidos, nunca havia me afastado de meu pai nem saído da vila, e de repente estava sozinho em uma terra que me parecia estranha e assustadora, sem água, comida ou um ombro amigo para...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Terras Selvagens de Verdade!</strong></span></p>
<p><em>“&#8230; Todos que conhecia estavam mortos ou desaparecidos, nunca havia me afastado de meu pai nem saído da vila, e de repente estava sozinho em uma terra que me parecia estranha e assustadora, sem água, comida ou um ombro amigo para derramas as lágrimas que eu sentia acumular por trás dos meus olhos.</em></p>
<p><em><span id="more-3351"></span><br />
</em></p>
<p><em>Então, por que não desistir simplesmente? Exatamente porque qualquer um poderia fazer isso e eu, mesmo jovem, não era qualquer um. Além do mais, agora tinha um objetivo: encontrar meu pai.</em></p>
<p><em>Para isso, precisava reunir tudo o que me restava: a força e a coragem que descobrira ter e seguir em minha primeira missão, uma missão suicida que marcava o início de minha primeira grande aventura: penetrar fundo nas Terras Selvagens.”</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3352" title="tg" src="http://www.inominattus.com/wp-content/tg.jpg" alt="tg" width="683" height="877" /></p>
<p>Muitas pessoas já souberam do lançamento da nova versão do Tagmar, mas grande parte não teve oportunidade de conhecer e jogar esta nova versão do 1º RPG Brasileiro agora 100% gratuito. O Projeto Tagmar 2, ao longo desses últimos 2 anos, vem crescendo e se expandindo e culmina agora com o lançamento mais importante deste ano: o livro Terras Selvagens.</p>
<p>Este suplemento para ambientação vem colocar à disposição do RPGista brasileiro mais uma excelente fonte de aventuras. Um detalhe interessante: os livros de Ambientação do Tagmar não contem regras, por isto o Terras Selvagens pode ser usado em qualquer sistema&#8230; e como todo material do Tagmar&#8230; <a href="http://www.tagmar2.com.br">Absolutamente gratuito!</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3353" title="tgg" src="http://www.inominattus.com/wp-content/tgg.jpg" alt="tgg" width="867" height="972" /></p>
<p>Terras Selvagens aborda a região ao sul do continente conhecido, atualmente não detalhada nos suplementos oficiais de ambientação. Este livro é composto por 8 capítulos abordando:</p>
<ul>
<li>As Estepes Vítreas</li>
<li> Os Mangues</li>
<li>Caridrândia, reino dos Elfos Sombrios</li>
<li>Lar, reinos dos Elfos</li>
<li>Blur, reino dos Anões</li>
<li>O Domus de Arminus</li>
<li>A Geleira</li>
<li>Os Povos Bárbaros</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Lançamento: Terras Selvagens</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tagmar]]></category>

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		<description><![CDATA[Amanhã 15 de agosto será foi o dia do lançamento do livro “Terras Selvagens”, mais uma fonte de aventuras para que o mestre possa usar em sua mesa de jogo. Apesar desse livro originalmente ter sido desenvolvido como suplemento para o cenário de Tagmar, ele...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: line-through;">Amanhã</span> 15 de agosto <span style="text-decoration: line-through;">será</span> foi o dia do lançamento do livro “Terras Selvagens”, mais uma fonte de aventuras para que o mestre possa usar em sua mesa de jogo.</p>
<p>Apesar desse livro originalmente ter sido desenvolvido como suplemento para <a title="Tagmar 2" href="http://www.tagmar2.com.br/">o cenário de Tagmar</a>, ele não possui regras. Puro fluff para aqueles que usam outros sistemas em suas campanhas.</p>
<p>Além de ser puro recheio de biscoito, esse livro também é gratuito (como todo o projeto Tagmar 2), podendo <a title="Downloads" href="http://www.tagmar2.com.br/DownLoadTagmar2.aspx">ser baixado na página do cenário</a>.</p>
<p>O Terras Selvagens é o lançamento mais importante do projeto dos últimos anos, e virá para descrever a região sul do continente conhecido, nunca antes detalhado.</p>
<p>O livro conta com 8 capítulos:</p>
<ul>
<li>As Estepes Vítreas</li>
<li>Os Mangues</li>
<li>Caridrândia, reino dos Elfos Sombrios</li>
<li>Lar, reinos dos Elfos</li>
<li>Blur, reino dos Anões</li>
<li>O Domus de Arminus</li>
<li>A Geleira</li>
<li>Os Povos Bárbaros</li>
</ul>
<p>Não deixe de conferir!</p>
<img src="http://www.roleplayer.com.br/site/?ak_action=api_record_view&id=1505&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tagmar 2: Novos mapas</title>
		<link>http://www.roleplayer.com.br/site/2009/08/tagmar-2-novos-mapas/</link>
		<comments>http://www.roleplayer.com.br/site/2009/08/tagmar-2-novos-mapas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 14:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Tagmar]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu primeiro grupo começou suas aventuras no antigo cenário Tagmar. Infelizmente, para mim, não tive a oportunidade de jogar. Entrei no grupo logo depois da sua migração para GURPS e Yrth. O cenário do Tagmar é conhecido como o primeiro RPG comercial genuinamente brasileiro e,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu primeiro grupo começou suas aventuras no antigo cenário Tagmar.<br />
Infelizmente, para mim, não tive a oportunidade de jogar. Entrei no grupo logo depois da sua migração para GURPS e Yrth.</p>
<p><a href="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/mapa_geral_tagmar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1503" style="border: 0pt none; margin: 15px;" title="mapa_geral_tagmar" src="http://www.rpgista.com.br/wp-content/uploads/mapa_geral_tagmar-167x300.jpg" alt="" width="167" height="300" /></a>O cenário do Tagmar é conhecido como o primeiro RPG comercial genuinamente brasileiro e, mesmo depois de anos do seu lançamento, o jogo continua sendo expandido, tornando-se um dos cenários nacionais com a maior quantidade de detalhes descritos.</p>
<p>Ao longo deste ano, <a title="Tagmar2" href="http://www.tagmar2.com.br/">o projeto Tagmar 2</a> tem feito vários lançamentos, e acaba de terminar a 3º e última parte dos “Novos Mapas de Tagmar”.</p>
<p>Criado e elaborado pelo designer gráfico Alan Emmanuel a partir dos mapas originais de Tagmar, esta nova versão é composta pelos 18 mapas em tamanho A4 de cada um dos reinos de Tagmar (descritos no Livro dos Reinos); e do “Mapa Geral de Tagmar”, um grande mapa em alta resolução que aborda todo o “Mundo Conhecido”, podendo ser impresso em formato grande.</p>
<p>O doido é que esse mapa pode ser impresso com até 1 metro de altura!</p>
<p>Paralelamente a este lançamento, o projeto reformulou o layout interno do “Livro dos Reinos” (Livro contendo a descrição detalhada de cada um dos reinos do mundo de Tagmar), que pode ser baixado gratuitamente (e já incluindo estes novos mapas), em duas versões (uma para impressão e outra para visualização em monitores).</p>
<p>Se você se interessou, basta visitar o site. Lá você poderá dar uma olhada na quantidade de material disponível. Além disso, pode se cadastrar e fazer parte das discussões sobre o futuro do cenário, ajudar na produção dos materiais, ou <a title="Downloads" href="http://www.tagmar2.com.br/DownLoadTagmar2.aspx">até fazer o download do material.</a></p>
<img src="http://www.roleplayer.com.br/site/?ak_action=api_record_view&id=1502&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Série &#8211; Criando Mundos 002</title>
		<link>http://www.roleplayer.com.br/site/2009/08/serie-criando-mundos-002/</link>
		<comments>http://www.roleplayer.com.br/site/2009/08/serie-criando-mundos-002/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 21:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mephisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[criando]]></category>
		<category><![CDATA[mundos]]></category>

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		<description><![CDATA[Criando Mundos Trocando Idéias sobre a Arte de Desenvolver Cenários Buenas! Dando sequência a essa série de matérias curtas sobre a mecânica por detrás de nosso principal passatempo, o de criar e desenvolver mundos de jogo, partimos agora para o segundo dia de criação de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Criando Mundos</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;"> Trocando Idéias sobre a Arte de Desenvolver Cenários</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Buenas!</p>
<p>Dando sequência a essa série de matérias curtas sobre a mecânica por detrás de nosso principal passatempo, o de criar e desenvolver mundos de jogo, partimos agora para o segundo dia de criação de nosso mundinho. Vamos jogar uma luz um pouco mais detalhada sobre o esboço inicial dado no texto anterior. Para quem não se recorda, adotamos como um primeiro passo a idéia geral sobre a ambientação e chutamos alguns lugares ao acaso, sem muita pretenção além de gerar um ou outro gancho de aventura.<br />
<span id="more-3323"></span><br />
<img class="alignleft" src="http://www.inominattus.com/wp-content/mundo.jpg" alt="" width="253" height="300" />Também vale lembrar que, apenas com o que tínhamos, já era possível jogar RPG neste nosso mundo ainda sem nome, desconsiderando-se aqui grandes mudanças ou modificações em regras. Para facilitar nossa vida e a de seus jogadores, continue jogando no seu sistema de jogo favorito. Num primeiro momento, tudo é novo e não há real necessidade de tirar uma classe de prestígio, um artefato dos tempos antigos ou grande monstro único do bolso.</p>
<p>Também relembrando, nós optamos por fazer uma espécie de pastiche de mundo medieval onde, de alguma maneira, pessoas do presente ou de um futuro próximo chegaram e tomaram o controle do reino usando a tecnologia que hoje temos para dominar os habitantes da época, que impressionados por nossa &#8220;magia&#8221;, cairam de joelhos facilmente.</p>
<p>Então, sem mais delongas, vamos lá&#8230;</p>
<p><strong>Segundo Dia<br />
<span style="font-size: large;">Haja Luz!</span></strong></p>
<p>Hoje vamos atentar para uma visão mais regionalizada do local da campanha e do mundo que o cerca. Também é importante, neste novo passo, responder as dúvidas dos jogadores. Caso algum jogo já tenha rolado de forma satisfatória com os ganchos que criamos na última vez, de preferência em uma aventura exploratória a cidadela de Éden e cercanias, provavelmente até mesmo alguns NPCs (personagens não jogadores) de menor destaque já tenham surgido expontaneamente (um taverneiro, um guarda, uma rapariga&#8230; pessoas que vivem na cidade seguem um padrão clássico e isso não é ruim). Anote tudo o que puder. Nomes, situações e comentários fazem toda a diferença para a organização das idéias.</p>
<p>Uma maneira prática de facilitar sua vida é utilizar o máximo o que os jogadores já conhecem como ponto de partida. O mundo tem um sol, uma lua, mares, florestas. Escapar muito disso como o &#8220;todo&#8221; de um mundo acaba gerando certa dificuldade em manter as coisas coesas. Não que não seja bacana viver em um cenário todo desértico, ou completamente inundado, entre outros modelos já apresentados. Mas, para nosso contexto e objetivos, um mundo padrão está ótimo.</p>
<p>Vamos atentar ainda para a direção em que as aventuras serão narradas ao nosso contento, como mestre-criadores de mundos jogo. Para tornar o impacto dos personagens com as &#8220;novas tecnologias&#8221; um tema recorrente, seria interessante que os próprios fossem da época proposta e não os invasores do futuro. Também é interessante que os próprios jogadores, na medida do possível, não sejam apresentados diretamente para esta verdade. Ao invés de narrarmos que o bandido carrega uma metralhadora, vamos tratá-la como um artefato metálico de formas frias que troveja e traz a morte. Será nesta linha que iremos seguir. Dando continuidade então ao texto, imediatamente a partir do ponto em que &#8220;estacionamos&#8221; no primeiro dia, incluindo agora as novas informações que definimos em nossa conversa:</p>
<p>(&#8230;)Este, no entanto, refugiou-se no Bosque dos Trolls juntamente com seus soldados mais fiéis, de onde arquiteta sua vingança.&#8221;</p>
<p>As primeiras mudanças no entorno de Éden começam a ser sentidas. Os Magos do Tempo criaram uma milícia de homens &#8211; A Artilharia de Éden; com pouco mais de sete membros &#8211; capazes no entanto de destruir sozinhos toda uma tropa de cavalaria em segundos. As primeiras investidas dos soldados servos do Regente deposto foram fadadas ao fracasso apenas pela ação da Artilharia. Além disso, pintam o céu noturno nos campos do entorno com uma luz que brilha com a força de mil tochas. Os habitantes, colocados a ferros, são obrigados a construir uma barragem que irá impedir o avanço do Rio das Águas. Não se conhece ainda os verdadeiros motivos para tal empreitada.</p>
<p>Note que desta forma estamos criando um grande &#8220;gancho&#8221; para uma campanha maior. Personagens medievais enfrentando metralhadoras e holofotes, envolvidos na construção de uma usina de energia. Bizarro? Talvez, mas sem dúvida também interessante. Este tipo de direção para o enredo nós chamamos carinhosamente pela onomatopéia sinistra de Plot, que nada mais é do que a direção para onde a aventura &#8211; e o mundo &#8211; avançam. A plots regionais (como no caso da hipótese de existirem trolls na Floresta dos Trolls citada no artigo anterior) e plots que modificam o mundo como um todo.</p>
<p>Você obviamente não precisa de um plot gigantesco e complexo para seu mundo de campanha, mas fica difícil resistir a tentação de equilibrar seu castelo de cartas de tal forma que o menor esbarrão leve tudo abaixo. Isto está no sangue de um criador de mundos, e também é o cerne de uma infinita quantidade de ganchos de aventura.</p>
<p>Por hoje é isso&#8230;<br />
Bonanças e até a próxima =)</p>
<p>Criar m</p>
<img src="http://www.roleplayer.com.br/site/?ak_action=api_record_view&id=3323&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Série &#8211; Criando Mundos 001</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 19:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mephisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[criando]]></category>
		<category><![CDATA[mundos]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>

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		<description><![CDATA[Criando Mundos Trocando Idéias sobre a Arte de Desenvolver Cenários Criar mundos de campanha pode parecer uma tarefa complexa, especialmente analisando a quantidade de detalhes que compõe um mundo; além do fato de que raros serão os leitores que realmente irão se empolgar em ler...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Criando Mundos</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;"> Trocando Idéias sobre a Arte de Desenvolver Cenários</span></strong></p>
<p>Criar mundos de campanha pode parecer uma tarefa complexa, especialmente analisando a quantidade de detalhes que compõe um mundo; além do fato de que raros serão os leitores que realmente irão se empolgar em ler o projeto como um todo. Acredite, nem seus jogadores mais esforçados estarão interessados nas origens e mistérios acerca de cada casinha que existe em seu cenário. Entretanto, apesar do trabalho fenomenal que a criação exige, criar mundos não deixa de ser um passatempo muito divertido, além de uma forma interessante de trabalhar a imaginação.</p>
<p><span id="more-3249"></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-3250 alignleft" title="mundo" src="http://www.inominattus.com/wp-content/mundo.jpg" alt="mundo" width="253" height="300" />E por isso é que estou trabalhando nesta série de matérias. Pretendo dialogar com os leitores acerca desta vertente dentro do próprio RPG, que se baseia na idéia de desenvolver um cenário de jogo a partir do zero e torná-lo agradável, ou pelo menos funcional. Claro que torna-se muito mais prático jogar em um mundo pronto, como tantos que são descritos tanto na internet quanto em livros à venda, mas infelizmente não sou exatamente uma pessoa que opta pelo mais prático. Além disso, um cenário comercial nunca terá todos os nuances de um mundo desenvolvido por você e seus amigos de jogo. Sim, pois eles, querendo ou não, também moldarão o mundo à sua volta.</p>
<p>Por fim, deixo claro que nada do que eu disser poderá ser usado contra mim futuramente. Isto é apenas um bate papo sobre um assunto, não uma cátedra imutável tampouco um curso profissionalizante quanto a &#8220;arte de se criar mundos&#8221;. Por motivos práticos (e também para não perder a piada), irei separar os primeiros textos em seis &#8220;grandes atos&#8221; da criação. Mas é bastante improvável que eu vá descansar no sétimo, pois a gama de assuntos que possam ser abordados quanto ao assunto é tão vasto quanto a própria Terra. Sem trocadilhos. Sem mais, vamos logo ao que importa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: large;"><span style="font-size: medium;">Primeiro Dia</span><br />
<span style="font-size: x-large;">Dividir os Céus e a Terra</span></span></strong></p>
<p>Pode parecer exagero, mas metaforicamente é assim que os cenários começam. Separando-se uma idéia da outra. Que tipo de mundo de jogo você pretende desenvolver? Futurista? No presente ou em uma época anterior? Medieval, talvez pré-histórica&#8230; Cada uma das eras deste mundo, passadas ou futuras, são campos férteis para a contação de histórias. Mas, definitivamente, o que fará toda a diferença para seu mundo de jogo é exatamente qual é o periodo que a sua civilização está vivendo.</p>
<p>Não que misturas entre um e outro estilo não sejam possíveis. Mas isto também faz parte da definição básica de um mundo de jogo. Raramente um reino super-tecnológico convive com uma civilização pré-histórica, a não ser que exista um embasamento por detrás disso. E olha que a idéia não deixa de ser muito atraente, com várias possibilidades de interpretação. Como exemplo a ser moldado, usaremos exatamente esta temática medieval unida a uma tecnologia de um futuro próximo.</p>
<p>Definido o estilo, devemos pensar em uma descrição básica do que vamos fazer. Note que esta definição não precisa ser exatamente um padrão mundial de seu cenário. Um mundo de jogo pode e até mesmo deve ser desenvolvido de acordo com o avanço de sua campanha. Por isso, apesar de estarmos pensando de maneira global, vamos restringir a nossa criação neste primeiro momento a um único ponto da nova terra. Será nosso Éden por assim dizer. Uma boa descrição básica seria clara e objetiva, narrando em poucas linhas o que os jogadores encontrarão aqui. Vamos a ela:</p>
<p>&#8220;<em>Éden é uma cidade murada com pouco mais de três mil habitantes, sendo um dos entrepostos mais importantes de toda a região. Fica próxima ao Rio das Águas, no Vale do Pranto. Há três anos, contudo, um grupo de viajantes conhecidos como Magos do Tempo chegaram até Éden e destronaram o antigo regente, proclamando-se os novos líderes do feudo. Este, no entanto, refugiou-se no Bosque dos Trolls juntamente com seus soldados mais fiéis, de onde arquiteta sua vingança.&#8221;</em></p>
<p>O bom de se criar algo ainda no princípio é que qualquer coisa que você diga se torna válido, sem a preocupação com furos na cronologia ou ir contra material já descrito. Notem que, em poucas linhas, nós já traçamos o perfil geral do lugar onde a aventura irá acontecer. Temos uma ou duas regiões ermas (O Bosque e o Rio) boas para colocarmos monstros e pequenos desafios, uma cidade cuja situação ainda não está bem definida e um vilão em potencial. Só com isso já poderiamos jogar por um longo período, mas nós queremos mais, e vamos conseguir.</p>
<p>Até a próxima semana =)</p>
<p><strong>Armageddon</strong></p>
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		<title>Escrevendo um Cenário Parte 4</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 01:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mephisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Domínios Humanos Primeiro gostaria de agradecer à participação dos leitores nesta empreitada e tentar dar um retorno à altura dos mais de 20 comentários da última postagem. Porém, antes de continuar o Escrevendo um Cenário achei melhor repostar os motivos desta série para um...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-large;"><strong>Os Domínios Humanos</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro gostaria de agradecer à participação dos leitores nesta empreitada e tentar dar um retorno à altura dos mais de 20 comentários da última postagem. Porém, antes de continuar o Escrevendo um Cenário achei melhor repostar os motivos desta série para um melhor entendimento da sua proposta.<span id="more-3028"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proposta:</strong> Criar um cenário colaborativo que tem como princípios ser simples e divertido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolvimento: </strong>Uma postagem a cada dez dias, apresentando material novo baseado no que foi apresentado e comentado no texto anterior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Requisitos para Participar:</strong> Nenhum, apenas o tempo necessário para fazer um comentário aqui no Inominattus.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: large;">CRIAÇÃO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O COMEÇO</strong><br />
A chegada do Primeiro mudou para sempre o branco sem fim, pois com a sua vontade a entidade concedeu forma e substância para a existência. Cadeias de montanhas se ergueram enquanto mares delimitavam os continentes, a jornada do sol começou e logo foi sucedida pela vinda da lua, iniciando o dia e a noite. Satisfeito com a sua obra o Primeiro partiu, deixando para trás um Artefato dotado de uma parte do seu ser.</p>
<p style="text-align: justify;">O Artefato não possuía consciência, mas reunia em si tamanho poder que modificava tudo a sua volta. Destas mudanças surgiu à vida, que no começo se apresentou como simples animais e plantas, mas que depois evolui para formas dotadas de sapiência e senciência. Estes primeiros seres, os Primordiais, tomaram o mundo para si e cultuaram o Artefato como seu progenitor, lhe dirigindo preces em troca de proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Primordiais eram poucos em número, mas grandes em poder, estando cada um deles ligado tanto a um conceito abstrato como a um físico. A convivência destes seres era tempestuosa, não sendo raros os conflitos, mas de tempos em tempos a paz era estabelecida e uniões improváveis aconteciam. O nascimento dos mortais é atribuído a estes momentos, apesar da história ser bastante obscura neste ponto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores entre os primordiais eram: Prometeus e ????</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OS DEUSES HUMANOS E OS DOMÍNIOS DO SUL</strong><br />
Entre os Primordiais existia Prometeus, aquele que tinha o maior apreço pelos humanos e que compartilhou com eles o segredo da magia. Graças a este ensinamento, a raça prosperou frente às adversidades do mundo, erguendo os seus domínios na Península do Sul. Entretanto, a cobiça levou os humanos mais próximos a Prometeus a desejarem a sua posição e através do Artefato estes traidores o destruíram, absorvendo o seu poder e se tornando as primeiras divindades do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente dos Primordiais, os deuses não se prendiam a conceitos e eram regidos por suas próprias vontades. Temendo a retaliação dos irmãos de Prometeus, as divindades humanas firmaram um pacto de auxílio mútuo, que foi o princípio para o surgimento do seu Panteão. Tais deuses se tornaram a base da civilização humana, instituindo a teocracia como governo e a escravidão das raças não-humanas como força de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O poder absoluto do clero, associado à mão de obra escrava, trouxe a prosperidade para os domínios humanos, permitindo a construção de maravilhas arquitetônicas como o Canal dos Aquedutos que irriga as terras internas e a Muralha Perpétua que mantém as raças não-humanas do norte afastadas. O governo da civilização humana é descentralizado, dividido entre as cidades-estado que o formam, sendo cada uma destas ligada a uma divindade específica.</p>
<p style="text-align: justify;">As cidades-estado dos humanos são em número igual ao dos seus maiores deuses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OS PRIMORDIAIS E AS TERRAS DO NORTE</strong><br />
Após a morte de Prometeus, os Primordiais se afastaram dos humanos e de suas pretensas divindades, buscando refúgio no norte. Eles carregaram consigo o Artefato, tendo o partido em vários pedaços para impedir que fosse utilizado novamente pelos mortais. A maior parte dos povos não-humanos seguiu os Primordiais, pois também temiam os humanos e sua magia, e na vastidão destas terras eles ergueram os seus lares.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo, as desavenças passadas dos Primordiais vieram à tona e logo uma guerra sem precedentes tomou estes domínios. As raças não-humanas se tornaram os exércitos das entidades e tal conflito impediu a consolidação de um poder regente nestas terras. O sangue derramado pelas gerações que se seguiram alimentou a intolerância entre estes povos, tornando impossível quaisquer tentativas de paz.</p>
<p style="text-align: justify;">O norte foi dividido em territórios, cada um deles regido por um dos Primordiais. As raças não-humanas se dividiram em clãs, que juraram fidelidade a uma das entidades ou vieram a se tornar bandos mercenários. Os conflitos são uma constante nestas terras, tanto para defender ou ampliar os territórios de cada clã, como para capturar escravos para serem vendidos para os humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os territórios do norte são: ??????<br />
<strong><br />
A CISÃO DA CIVILIZAÇÃO HUMANA</strong><br />
Os séculos de domínio do clero levaram a insurreição das academias de artífices e das casas mercantes nas terras do sul, dividindo as cidades-estado entre aquelas leais à igreja, que formaram a Teocracia Demiúrgica, e as hereges, que se uniram no Conclave Mek-Anothiano. A magia dos deuses não se mostrou poderosa o suficiente para conter os revoltosos, que equilibraram o conflito com o seu conhecimento alquímico e com o poder de suas máquinas de guerra. Após décadas de derramamento de sangue um tratado de paz foi assinado entre os dois grupos, delimitando assim as suas fronteiras e territórios.</p>
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		<title>Escrevendo um Cenário &#8211; Parte 3</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 03:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mephisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando seqüência a série, vamos reapresentar aquilo que já foi feito até agora e acrescentar as sugestões de Nymous que acabaram por ligar os humanos a magia e a colocarem os Primordiais como seus inimigos. Preciso de sugestões para os outros Primordiais e demais raças,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dando seqüência a série, vamos reapresentar aquilo que já foi feito até agora e acrescentar as sugestões de Nymous que acabaram por ligar os humanos a magia e a colocarem os Primordiais como seus inimigos. Preciso de sugestões para os outros Primordiais e demais raças, além é claro de continuar a história dos humanos e de seus deuses. No mais, acho que já caberia a entrada da tecnologia no cenário:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2892"></span>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: xx-large;">Coletânea</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?????????</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, o cenário ainda não tem nome e o seu batismo está aberto a sugestões. Um outro detalhe é que o mundo não terá um passado extenso, afinal ele acabou de ser concebido. Até o momento temos uma imensidão vazia, sem vida, civilizações ou divindades. Tudo é um grande branco a espera de idéias férteis que possam germinar.</p>
<p style="text-align: justify;">A magia existe, mas como nunca foi usada não se sabe a sua forma e poderes. A tecnologia aguarda ser descoberta, estando latente quanto à magia, não sabendo se ambas as forças serão antagônicas, complementares ou independentes. O lugar onde deuses iram habitar e tramar está abandonado. No mais, algo parecido a uma procissão de almas e espíritos aguardam os seus corpos para poderem adentrar no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O COMEÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A chegada do Primeiro mudou para sempre o branco sem fim, pois com a sua vontade a entidade concedeu forma e substância para o todo. Cadeias de montanhas se ergueram enquanto os mares delimitavam os continentes, a jornada do sol começou e logo foi sucedida pela vinda da lua, iniciando os ciclos do dia e da noite. Satisfeito com a sua obra o Primeiro partiu, deixando para trás um artefato único dotado de uma parte do seu ser.</p>
<p style="text-align: justify;">O artefato não possuía consciência, mas reunia em si tanto poder que modificava tudo a sua volta. Destas transformações caóticas surgiu à vida, que no começo se apresentou como animais e plantas, mas que depois evolui para formas dotadas de sapiência e senciência. Estes seres Primordiais tomaram o mundo como seu e cultuaram o artefato como sendo o seu criador, dirigindo preces em troca da sua graça e proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Primordiais eram poucos em número, mas grandes em habilidade e poder, sendo cada um deles ligado a uma parte do mundo, como o sol, a lua, os oceanos e o vento. A sua convivência era tempestuosa e não eram raros os seus conflitos, mas de tempos em tempos a paz era estabelecida e durante estes períodos uniões improváveis aconteciam. O nascimento dos povos mortais é atribuído a tais relações, apesar da história ser obscura sobre o surgimento de algumas raças.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os Primordiais existia Prometeus, o que tinha mais apreço pelos humanos e que compartilhou com eles o segredo do seu poder, a Magia. Graças a estes ensinamentos, a raça humana prosperou frente às adversidades do mundo e aos confrontos com os demais povos. Entretanto, a cobiça levou os humanos mais próximos a Prometeus a desejarem a sua posição e usando de um ataque vil os traidores o destruíram.</p>
<p style="text-align: justify;">Os assassinos do Primordial se tornaram os primeiros Deuses desta existência, mas estes passaram a serem odiados pelos demais Primordiais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.inominattus.com/wp-content/evil-panda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2893" title="evil-panda" src="http://www.inominattus.com/wp-content/evil-panda.jpg" alt="evil-panda" width="432" height="576" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<img src="http://www.roleplayer.com.br/site/?ak_action=api_record_view&id=2892&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cavcast 03!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 01:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mephisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[crossanima]]></category>
		<category><![CDATA[storyteller]]></category>

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		<description><![CDATA[Podcast do Cavaleiros Olá para todos! E eis mais um CAVCast para vocês! Desta vez estou sozinho no cast, mas é justificável pois estou falando sobre um assunto RPGístico mais pessoal. E o assunto de hoje é Cross Anima! Mas afinal o que é Cross...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Podcast do Cavaleiros</span></strong></p>
<p>Olá para todos!<br />
E eis mais um CAVCast para vocês! Desta vez estou sozinho no cast, mas é justificável pois estou falando sobre um assunto RPGístico mais pessoal. E o assunto de hoje é <strong>Cross Anima</strong>! Mas afinal o que é Cross Anima, que cenário é esse que estou narrando atualmente para os meus jogadores e que peculiaridades que ele possui? E qual é o sistema que estou usando? Essas e outras curiosidades sobre meu RPG vocês podem descobrir ouvindo este cast.</p>
<p><span id="more-2871"></span>E quaisquer dúvidas e sugestões não deixem de <strong>comentar</strong> aqui na postagem deste CAVCast. Ou se quiserem mandar um e-mail, mandem para o <strong>fye_seles@hotmail.com</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.4shared.com/file/108564289/121fefb2/Cavcast_03_-_Cross_Anima.html" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-83" title="Cavcast03_imagelogo copy" src="http://rpgdocavaleiros.wordpress.com/files/2009/05/cavcast03_imagelogo-copy.jpg" alt="Cavcast03_imagelogo copy" width="200" height="200" /></a>DADOS SOBRE O PODCAST</strong><br />
- <strong>Temática:</strong> falar sobre meu RPG de mesa atual, Cross Anima.<br />
- <strong>Duração:</strong> 47 minutos<br />
- <strong>Qualidade:</strong> 64 kbps<br />
- <strong>Tamanho:</strong> 22 MB<br />
- <strong>Forma de ouvir:</strong> fiquem atentos pq este cavcast ficou com o som baixo, mas dá pra entender bem se vocês aumentarem o volume do aparelho de som de vocês. Acho que meu microfone está com um probleminha para captar audio ou estava longe da minha boca na hora de gravar e não percebi, por isso ficou assim. E como aumentar o volume gera uns probleminhas no audio (que vocês poderam perceber ao longo da gravação, pois estava muito baixo mesmo e ainda aumentei um pouco), não pude aumentar muito mais.<br />
- <strong>Download:</strong> <a href="http://www.4shared.com/file/108564289/121fefb2/Cavcast_03_-_Cross_Anima.html" target="_blank"><em>4Shared</em></a> (na própria página inicial do download você poderá ouvir direto o podcast sem precisar baixar o mesmo. É só clicar no botão de “play” no menu tocador logo acima do ícone “Download Now”)</p>
<p><strong>LINKS CITADOS:</strong><br />
- <a href="http://www.argcast.com/" target="_blank">ARGCast</a>;<br />
- <a href="http://www.4shared.com/file/93025955/308f1bd4/Cavcast_00_-_Iniciando_Atividades.html" target="_blank">Escutem o Cavcast Piloto (download)</a>;<br />
- <a href="http://cavaleiros.multiply.com/photos/album/48" target="_blank">Imagens da Primeira Parte do Cross Anima</a>;<br />
- <a href="http://cavaleiros.multiply.com/photos/hi-res/48/1?xurl=%2Fphotos%2Fphoto%2F48%2F1" target="_blank">Imagem da ficha antiga de Cross Anima</a>;<br />
- <a href="http://cavaleiros.multiply.com/photos/hi-res/48/2?xurl=%2Fphotos%2Fphoto%2F48%2F2" target="_blank">Imagem do Relógio de Speed</a>;</p>
<p><strong>TRACK LIST:</strong><br />
- Cavcast Intro;<br />
- Galaxian Wars (Saint Seiya);<br />
- Pompeii (E.S.Posthumus);<br />
- Despair (Naruto Shippuuden);<br />
- Tidus Theme (FF X);<br />
- Stalemate (Naruto Shippuuden);<br />
- J-E-N-O-V-A (Black Mages);<br />
- The Blitz, 1940 (Narnia);<br />
- Crisis Mix (Last Order FFVII);<br />
- Take A Flight (Valkyrie Profile);<br />
- X-Laws Theme (Shaman King);<br />
- In America (Shaman King);<br />
- Din Don Dan Dan (Ragnarok Online 2).</p>
<p><strong>NOTA FINAL</strong><br />
Peço desculpa a todos pelo atraso, mas sair de uma doença e pegar duas semanas de provas seguidas complicou um pouco na hora de gravar. Este não deveria ser o assunto deste Cavcast, mas acabou sendo por necessidade. Espero gravar o próximo cavcast com mais participantes e que ele seja algo bem diferente. Vamos ver se vai funcionar. Aguardem novidades.</p>
<p>Ah, vou postar aqui no blog alguns detalhes sobre o Cross Anima, por isso não deixem de ouvir o cast para entender do que estarei falando.</p>
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